Quarta-Feira Fotos: Aurora, Hoya Moros.

Agosto 22, 2012

José Abreu. Aurora, Hoya Moros. Foto: Pedro Rodrigues.


Quarta-Feira Fotos: Muna, Hoya Moros.

Agosto 15, 2012

Pedro Gomes no Muna, Hoya Moros, Sector Recodos. Foto: Pedro Rodrigues.


Quarta-Feira Fotos. Atila, Hoya Moros.

Agosto 8, 2012

Pedro Gomes aperta forte no ultra clássico Atila de Hoya Moros. Foto: Pedro Rodrigues.


7 Dias, 7 Fotos: Hoya Moros VII, Zé Trepa Riscos.

Julho 26, 2012

Fim de festa. Restava baixar, disfrutrar das paisagens na caminhada, beber uma “caña” com os amigos, comer umas “tapas” e regressar a casa, com muita vontade de uma nova incursão o mais brevemente possível.

José Abreu, em jeito de fim de festa, destrói a pele que sobra nas reglettes escaldantes de Trepa Riscos. Um bloco a ser provado ao final do dia, com temperaturas mais baixas.

Para finalizar, aqui ficam as importantes recomendações, numa tradução livre, apresentadas no blog dos escaladores locais. Por favor, quem lá for no futuro, tenha-as em conta e siga-as à risca. PR

 1 – Não deixar lixo, nem beatas, nem adesivos, nem papel higiénico, absolutamente nada!

 2 – Não fazer fogo. É totalmente proibido.

3 – Não lavar utensílios de cozinha  com sabão.

4 – Não tomar banho no rio com sabão.

5 – Respeitar toda a vegetação.

6 – Respeitar todos os animais, respeitar o gado que está na subida. 

7 – Caminhar unicamente nos trilhos marcados.

8 – Fechar o portão da estrada florestal da la Dehesa.

9 – Importante! Ao subir pela estrada florestal da la Dehesa tentar subir com o mínimo de veículos possível.


7 Dias, 7 Fotos: Hoya Moros VI, Zé Fissura.

Julho 25, 2012

Antes da partida, ainda houve tempo para provar mais 2 clássicos da zona. José Abreu, como costume, não perdoa e factura ambos: Confusion e La Fissura. Neste último deu uma lição de escalada anaeróbia, já que fez metade da linha sem respirar. Consta que anda a treinar para acompanhar conhecidos pescadores da nossa praça, em saídas de caça submarina.

Vários se animaram a provar estas linhas, mas os níveis de rotice da maioria estavam já ao máximo. Isso, ou estavam a preparar-se para o que aí vinha. Sessão de lançamentos… para o charco. Foi bonito de se ver, mas impossível de reportar. PR

José Abreu decide fazer uma apneia de meio minuto, aperta forte e “flasha” o La Fissura. Sequeira observa atento, de tal forma que, após poucos pegues, foi ele quem fez das suas na mesma linha.


7 Dias, 7 Fotos: Hoya Moros V, Magno Psiquiatrico.

Julho 24, 2012

Após uma noite de bivaque, desta feita com mais horas sono (para alguns), precedida de um jantar bem composto, os mais incautos poderiam pensar que as forças estariam então retemperadas. Desenganem-se! Hoya Moros, pela manhã, mais parecia o Vale dos Caídos. Era vê-los a pedirem para serem arrastados para a sombra, outros em perfeito estado vegetativo e, de uma forma geral, todos se queixavam de tudo e de nada em concreto. O panorama não era animador.

Tal qual criaturas crepusculares, fomos atrás do cheiro da sombra, para as tocas do caos de blocos. Após um aquecimento vagaroso, fomos bater à porta do Psiquiatrico. E foi aí que começaram a sair os coelhos da cartola. Uma linha que teve várias repetições e um começo baixo duro encadeado. Acima de tudo, uma daquelas linhas à maneira, pela estética dos movimentos. PR

Nuno Oliveira “Magno” luta com as reglettes do fantástico Psiquiátrico. Linha que viria depois também a ser encadeada, num começo baixo que acrescenta bastante dureza, por João Pedro Pena.


7 Dias, 7 Fotos: Hoya Moros IV, Nunito em La Hoguera.

Julho 23, 2012

Após um “tour” matinal, estavam os dados lançados. Alguns clássicos começaram a cair, tendo sido alvo de várias repetições: Kinkal Crack, Techo Patrones, La Hoguera… E quem diz os clássicos, diz as linhas subsidiárias destes.

A parte da manhã pautou-se por um assédio aos blocos em grupo, o que por vezes causava uma aglomeração de escaladores (e outros mamíferos), em jeito de plateia e, por vezes, numa amena confraternização ibérica. Para o final do dia, deu-se uma dispersão natural, quase que num esquema de “tag teams” da WWF, ou seja, sais tu, entro eu. O cenário era de tal forma frenético, que houve quem acabasse a arrastar-se pela branda fora, com um saco de soro ao dependuro (ao que consta soro com taninos).

Um dia de bloco a 2 tempos, que cada um viveu à sua maneira. PR

Nuno Santos, num dia em que estava endiabrado, dispara sobre tudo o que mexe e não pára de facturar. Aqui vêmo-lo na saída do La Hoguera.