Os Sete Pilares do Bouldering. I Agressividade.

Os “Sete Pilares do Bouldering” foi uma ideia que surgiu com um clip que já apareceu por aqui, chamado “agressividade”, entretanto constrangimentos vários não permitiram desenvolver o projecto.
Retomando a ideia de uma espécie de web-série que definisse o bloco em sete episódios, ou pelo menos o conceito NB, tentamos dar continuidade ao mesmo. E para, redundantemente, se começar pelo início volta surgir o clip da agressividade com algumas imagens novas, alguns efeitos a mais e a menos, mas mantendo a mesma estrutura: Agressividade, Um Minuto em Corno de Bico, tentando condensar num minuto a experiencia de escalar em Corno de Bico sob o signo da agressividade.
Porquê a agressividade como característica inerente ao bloco? Este segmento tenta retratar uma espécie de dualidade inerente ao bloco em granito: a agressividade da rocha em si, e a agressividade que é necessário imprimir à escalada para executar movimentos no limite pessoal de cada um. O Bloco não é de meias medidas, um dia morno e preguiçoso significa usar as crashs para sofá, precisamos estar dispostos a ver sangue, o nosso entenda-se, a dar 100% numa espécie de “Fight Club” pessoal.
Um bom sinónimo de agressividade é combatividade, uma palavra que se adequa ainda melhor ao bloco só que não traduz a tal dualidade expressa atrás.
Para a semana o segundo capítulo: Exploração, Calcedónia a Última Fronteira. SM

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8 Responses to Os Sete Pilares do Bouldering. I Agressividade.

  1. crash pad dummy diz:

    Boa! Um novo compromisso. Este está bem fluído, parabéns. Só tenho uma dúvida, os animais usados no clip foram tratados com a dignidade que merecem ou foram, inaceitavelmente, molestados?

    • nortebouldering diz:

      No Animals Were Harmed In This Motion Picture. De resto contratamos um domador de ouriços, um tratador, vulgo pastor, de gado barrosão e um wrangler de garranos, embora estes últimos, por questões estéticas, não tenham sido usados. E, resultou muito bem, tendo os animais desempenhado os seus papéis sem falhas de maior.

  2. Bom vídeo e boas imagens.
    Mas não fiquei com grande vontade de apertar por lá!
    É mesmo agressivo!!! 😉

  3. Pedro Rodrigues diz:

    Tomo I já estava previamente aprovado. Chuta os outros 6.

  4. Pena diz:

    Mto bommmm!!!!
    Este video perante tanta agressividade sem duvida desperta o bichinho para Corno…
    Venham os proximos
    Abrc

  5. FCS diz:

    Bom começo para os pilares. Sem dúvida que a agressividade é um elemento prímário do bloco, invocá-la é o primeiro requesito, o segundo será talvez saber controlá-la e canalizá-la no gesto. Muitas vezes o próprio sangue vertido serve de detonador dessa agressiva energia… Talvez tudo isto se oponha à ideia de bloco Zen e à aparente ausência de esforço. Sangue à flor da pele versus a levitação tranquila. Numa tradição mais Ocidental, a agressividade e o verter sangue sempre foi o caminho mais de acordo com as nossas raízes de acção… Que belos campos de batatas não plantaríamos com toda esta agressiva energia que inutilmente gastamos nas pedras!

  6. Paulo Roxo diz:

    Quanto aos animais envolvidos e à garantia que estes não foram molestados eu teria aberto uma excepção para a vaquinha Barrosão… por motivos deliciosamente obvios.

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