Inicio de Temporada

Pedro Rodrigues no Cavalo de Pedra (V8+), Vaticorno, Corno de Bico, Foto: Pedro Rodrigues

Inicio de temporada em Corno de Bico, no novo sector “Vaticorno”. Vale a pena transcrever o críptico comentário de Marco Cunha anunciando a descoberta do dito sector porque, por bula papal, deste texto apócrifo surgirão os nomes dos novos blocos do Vaticorno, assim, com a devida vénia:

“Poderá uma mensagem antiga gravada numa rocha revelar um segredo há muito escondido? O novo romance de Dan Boulder leva-nos à busca pelo Santo Graal e a Linhagem Sagrada.
Os Cavaleiros da Ordem da Escova d’Aço lançaram no passado uma cruzada contra os líquenes e musgo na tentativa de encontrarem o Santo Graal e a Linhagem Sagrada. Alguns dos especialistas em escalada antiga, referem que estes conseguiram esconder esses segredos até aos dias de hoje. Outros especialistas referem que as provas apresentadas são dúbias, refutando por completo estas teorias e dizendo que tudo não passa de uma lenda. Há quem defenda que após a extinção da Ordem, os segredos perderam-se para sempre. No entanto, alguns aludem para o facto de a Ordem ter evoluído para uma sociedade secreta com o mesmo nome, e que ainda hoje são os guardiães dos segredos.
Este é o início que arrasta Roberto Langonha, especialista em Mitrologia e Escalada Antiga, para mais uma aventura. Uma mensagem antiga é encontrada no Museu do Vaticorno. Robert Langonha, descobre que algumas das obras de arte aí presentes encobrem várias cifras. Entusiasmado com a sua descoberta, começa a reler alguns ensaios sobre crimptologia, e chega à conclusão que estes referem a existência de um código à volta do número 20 para resolver apenas um passo, e verifica que esse código poderá estar relacionado com o Santo Graal. Descobre ainda uma deturpação do significado das palavras Santo Graal e conclui que a etimologia da palavra Graal poderá estar relacionada com Grau. Santo Grau. O assunto atiça-lhe a curiosidade e começa a fazer uma investigação mais abrangente sobre o Estado do Vaticorno. Dados reveladores emergem de dentro de várias criptas do Vaticorno. Verifica aí um elevado número de passos que foram Caninizados pelo Papa. Robert Langonha percebe então, que a Caninização dos Problemas está directamente relacionada com o Santo Grau. Perante tal descoberta e na tentativa de compreender o que é mito e realidade, lança-se em busca do Santo Grau e da Linhagem Sagrada.
Será que Roberto Langonha descobrirá esses segredos escondidos? Depois de todas as provas indicarem o Estado do Vaticorno como o reduto do Santo Grau, será que a Linhagem Sagrada existe? E se existe, será esta apenas uma ténue linha genealógica com poucas ramificações? E outro aspecto não menos importante, será que etimologicamente falando Santo Graal advém de Santo Grau, ou outras realidades poderão levar a etimologia da palavra para o não menos mitológico SANTO GRÃO?
Algumas respostas a estas perguntas poderão encontrar-se em O Código Dá Vinte, até que novas verdades surjam.”

Anúncios

26 Responses to Inicio de Temporada

  1. crash pad dummy diz:

    …ena! Onde é que está o Pedro? Só se conseguem ver umas tiritas amarelas e uma pad vermelha? Está a espreitar por detrás de um desses blocos?

    …esse relato merecia ser tornado público, aguardam-se novas crónicas do Santo Grão.

  2. Pedro Rodrigues diz:

    mimetismo, meu amigo. como os camaleões. a esta habilidade acresce a capacidade de omnipresença, pois tiro uma foto e escalo ao mesmo tempo. vá lá, apesar de ter preparado e montado o material todo para a foto, há que dar o crédito a quem carregou no botão no tempo certo, não é puto imberbe?

    Depois de decifrada a Crimptologia, continuaremos em busca do Santo Grão. Assim, Frei Cunha nos abençoe e nos continue a guiar pelos meandros do Vaticorno. E que São Julião nos continue a valer neste caminho turtuoso.

  3. nortebouldering diz:

    Frei Cunha…muito bom.

  4. Julio Braga diz:

    O Pedro Hobbit está mesmo lá, é so procurar…
    Já agora puto imberbe, onde está essa temporada seca !!!
    Quanto ao resto dos Cavaleiros da Ordem continuem, como a mosca da confeitaria…

    • MC diz:

      Os próximos tempos serão mais em volta da porção que a bruxa deu ao príncipe e que o transformou em sapo, do que outra coisa. Será que ela arranja disso mas em creme para por na ponta dos dedos? É que o Climb Zon (o Líder) e o Creme Babugem de Caracol não fazem milagres.

    • O Sr Júlio Braga há uma semana atrás disse “agora só falta vir a chuva para limpar os blocos”. Ai tem o que pediu! É só esta semana, depois é sol e 5º!

  5. Julio Braga diz:

    Pois, uma chuvita, não era o dilúvio

  6. Alguns blocos não ficaram bem limpos…esta chuva é para decapar!

  7. José Abreu diz:

    Muito Bom

    Será que o Roberto Langonha vai conseguir descobrir o culpado do crime de pedrofília(abuso de blocos pequenos) em Cunha um sítio secreto apelidado de “Fátima do bloco” (só la vais perder tempo e dinheiro)?

    Espero pelos próximos episódios.

    Grande Abraço

  8. MC diz:

    Para vocês é a “Fátima do Bloco” para mim é o “Sameiro do Bloco”, vale a pena lá ir porque fica perto de casa.

    Quanto à pedrofilia (abuso de blocos pequenos), tem cuidado, não vás acabar um dia destes por escalar em Can Boquet 🙂

  9. MC diz:

    O Codex 678

    Com a abertura das portas do Vaticorno, vários problemas têm surgido e descobertas reveladoras têm sido desvendadas entre seus meandros. São de algumas dessas descobertas que trata o novo livro de José Ralufo dos Cantos, O Codex 678.
    Com este livro, José Ralufo dos Cantos cria um romance à semelhança do estilo dos romances de Dan Boulder, mas à portuguesa (nada de missões quase impossíveis em menos de 24h). Este romance é baseado em factos verídicos que foram recentemente desvendados nos arquivos secretos do Vaticorno.
    Com a morte misteriosa do professor Martinho Talhado, que estava a fazer um estudo sobre a vida de Jesus para sociedade secreta Escova d’Aço, na tentativa de por a descoberto a sua verdadeira história e as sua possível correlação com o Vaticorno. Aplás de Noronha, professor de História da Escalada e de Línguas Antigas, é contactado por esta sociedade secreta, para dar continuidade ao estudo do seu colega. No início, Aplás de Noronha revela algum cepticismo perante toda esta história, e mostra-se relutante em aceitar pegar no estudo do seu colega. A sociedade secreta dá-lhe um tempo para ele pensar melhor e também alguns documentos que o seu colega já teria reunido. Aplás descobre um documento identificado pelo seu colega como Codex 678, onde constava, mapas, desenhos, descrições e códigos referindo vários seis, muitos setes e infinitos oitos (678). À medida que vai desfolhando o documento, começa a aperceber-se que esse é um documento que se pensava nunca ter existido, a não ser em lendas e mitos. De forma entusiasmada Aplás faz a primeira descoberta, o documento que estava à sua frente eram as míticas Resenhas do Vaticorno. É desta forma que Aplás de Noronha vê-se de forma incrédula arrastado para todo este enredo sobre o Estado do Vaticorno e onde dos seus meandros irá descobrir dados reveladores que refutam todas as teorias acerca de uma das personalidades mais importantes de toda a história, Jesus Crux, desde a sua origem, da sua missão na terra e a sua morte.
    O livro começa com uma fase retirada da Babugem Sagrada sobre o episódio do adultério em começos sentados e pedrofilia (abuso de blocos pequenos).

    Capítulo I
    Quando Maria Mantlêna estava preparada para dar um tiro num bloco com começo sentado, numa posição mais elevada e confortável, mas de forma adulterada e pecaminosa sobre dois crash pad, num bloco que consistia na realização de um pequeno dinâmico para a borda do mesmo, os discípulos começaram a lançar-lhe palavras de condenação e humilhação. Chegaram ao ponto de lhe querer tirar os crash pad em que estava sentada. Até que Jesus apareceu e disse, “quem nunca falhou que lhe tire a primeira pad”. Então Judas Escadote foi lá e tirou não só a primeira como a segunda, enquanto ela fazia o pequeno dinâmico para a borda do bloco. Perante uma primeira expressão de espanto de Jesus Crux, seguida por uma expressão de arrepio de dor do mesmo e dos restantes discípulos, ao verem Maria Mantlêna a falhar o dinâmico e a bater com o cóxis no bico de um pedra saliente que estava na base, Jesus finalizou com uma expressão de reprovação dizendo, “Judas, tu nunca falhaste?” e Judas respondeu “Com dois crash, não…”

    Aguardemos com expectativa o livro e com ele os segredos que o Aplás de Noronha irá desvendar.

  10. Filipe Cardinal diz:

    É o que dá ser funcionário público, mesmo depois do pecIII… Só falta a revisão Alçada para os mais pequenos! Congrats, chorei a rir!

  11. topas diz:

    Hilariante!!
    o que é k andas a fumar cunha?? n seja egoista,tb kero!!!
    aguardo pelos próximos capitulos!

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: