NBabugem

Redactores especiais NBabugem:

Marco Cunha (Reporter afincado em Cunha aka a “Fátima do Bloco”)

José Abreu (Enviado especial na Catalunha)

A NBabugem pretende ser um meio internacional de divulgação de contra-noticias relacionadas com o bloco em geral e a escalada em particular. Tudo que se possa parecer com a realidade é pura ficção.

  

NBabugem: Previsões Mentirológicas

 

NBabugem: Robinson Woods

Depois da adaptação para filme da história de Robin Hood e de Rabinho dos Bosques, surge pela mão da americana Babug Up productions, a história de Robinson Woods. A produtora americana, com a fusão de dois dos mais potentes e mediáticos blocadores americanos, conseguiu criar mais um super-heroi, Robinson Woods.

Ao lermos anterior parágrafo o leitor comum quase não necessitava de ver o filme, para o projectar de imediato na sua mente, visualizando lançamentos de regletes invisíveis para outras ainda mais pequenas, em pranchas a 45º e onde os pés só são usados para lamber a rocha. A verdade é que para nossa surpresa nada tem a ver com isto. Com o intuito de captar adeptos de filmes mais sóbrios, vistos por um público mais selectivo a Babug Up foi mais longe, e não só misturou um estilo de um blocador com um outro estiloso, como combinou estilos de cinema e deslocou-se para o velho continente, para filmar nos cenários bucólicos de uma das cinco melhores zonas de bloco do mundo, Babugic Wood.

Tudo isto é passado em tempos de crise. Robinson Woods, era um blocador da classe média que estava a subir de forma e decidiu mudar-se para um condomínio fechado em Monte Corno. Os encargos físicos para quem vivia em Monte Corno eram elevados, mas com muito sangue, suor e magnésio, Robinson Woods sempre conseguiu honrar com os seus compromissos. Mas um dia veio a crise, primeiro foi o descréscimo do PIB (Power Interno Bruto), depois veio o aumento do IBA (Imposto sobre a Babugem Acrescentada) e a sua situação ficou insustentável. Primeiro veio a desmotivação, mas logo percebeu que tinha de fazer alguma coisa para inverter o seu estado. Começou a pensar em zonas onde os encargos físicos fossem mais baixos, e logo se mudou, de zona em zona, até bater no fundo do poço, virou crente e foi pagar promessas sem provisão para “A Fátima”.

Farto de pagar promessas na áspera cristaleira, decidiu parar para pensar, descansar e amealhar os juros da pele que ali havia investido. Este foi este o momento de viragem para Robinson Woods, «vou abrir uma nova Zona de Bloco, onde as pessoas possam decidir quais os encargos físicos que querem ter, a babugem esteja erradicada e que os bens alimentares considerados essenciais, como os limonetes e batatas, estejam mais uniformemente distribuídos pela maioria dos blocos.» Foi com este discurso que Robinson Woods conseguiu cativar os primeiros blocadores a avançarem com ele para a criação de um novo Cantão, Babugic Wood.

 Quase todo o filme é inteiramente rodado neste Cantão da Confederation Helveticorno, num ambiente requintado, rodeado por blocos amadurecidos em sobra de carvalho. O ritmo que da acção, como em todos os filmes americanos, é definido pela chuva, que traz sempre uma mudança de cenário aliado a imagens violentas de treino. Tudo é passado de forma encoberta da sociedade, em caves de garagens e armazéns de uma forma quase intemporal. Por sua vez, o sol dos dias frios e secos, significa a felicidade passageira, vivida em Babugic Wood. E como uma desgraça nunca vem só, o filme explora também o drama desta felicidade passageira ter de ser vivida em dias alternados. Esta problemática é abordada subtilmente de forma metafórica (comparando os blocos de Babugic Wood, a uma rosa, a beleza da sua forma com a textura dos seus espinhos), isto de forma a não perturbar as peles mais macias.

Os custos desta produção ainda não foram revelados, a NBabugem visitou a cidade cinematográfica de Babugywood no sentido de poder obter essa informação. Devido ao deslumbramento de tantas beldades e de coisas que lhes pareciam querer saltar para as nossas mãos, não aguentamos e sacamos do material e fomos a elas, mas com a devida protecção, crash pad e adesivo, que os dedos já estavam um pouco tocados para o segundo dia de bloco. Já que não há números relativos ao custo da produção, fica aqui um relato de quem blocou um dia em Babugywood. «Realmente aquilo lá é só beldades, elas, as linhas, na maioria, o mais provável é que nunca passem apenas de encher o olho, algumas poderão ganhar um dia um NB+ e quem sabe não haja mesmo alguma possa ganhar a honrosa distinção de NB:).

 Toda a história é baseada em factos reais. MC 10/02/11

 

NBabugem: Babugileaks e as Desigualdades no Mundo da Escalada

Várias questões têm surgido ultimamente acerca da desigualdade no mundo da escalada. Afinal há, ou não há? A escalada afinal poderá não ser “Um Mundo Perfeito”?

Documentos recentemente publicados pela Babugileaks puseram a descoberto confidências que estavam na posse da CIA (Crocodile Intelligence Agency). Vários relatórios da CIA apontam para fortes desigualdades no mundo da escalada portuguesa.

Os relatórios referem que as competições de escalada e a escalada em rocha estão cheias de desigualdades e que essas são focos de instabilidade entre a comunidade.

Toda a gente aponta que é mais do que previsível, a entrada em Portugal do FMI (Fanáticos Mitras Internacionais), e que este vai impor medidas para mitigar a desigualdade na escalada.

Nos documentos revelados pela Babugileaks, a CIA refere que o FMI já identificou os problemas ao nível das competições nacionais, mas a Babugileaks teve que retirar o respectivo documento por criar sobrecarga no seu sistema informático. Refere ainda que o FMI já apontou medidas e que estão preparadas para serem utilizadas caso seja necessário.

Os hackers da Babugem conseguiram fazer o download de parte desses documentos. Segundo se pode ler nestes, essas medidas vão no sentido recriar as competições e suas regras.

 Segue abaixo parte de um texto descarregado.

A pressão exercida no mercado de comentários tem sido elevada. É conveniente uma intervenção célere na nossa instituição. As medidas terão que ser radicais. Só uma recriação das regras nas competições poderá pôr definitivamente as competições no caminho certo. Os nossos economitras apontam para competições em estilo Jogos Sem Fronteiras. Devendo contudo, continuar com regras já existentes como a das presas bonificadas. Evocamos no entanto o direito ao contraditório, neste sentido deverá também haver presas minadas, que deverão ser fixas por pastilhas elásticas da marca Gorila. Cada atleta deveria inscrever sempre consigo um suplente, que teria como função substituir o titular nos casos vigentes nos regulamentos a definir e também teria a função de atirar objectos esponjosos ou jactos de água aos adversários enquanto estes escalaram.

Cada atleta deverá ter a possibilidade de alterar…

                                                                                         w3.Babugileaks.org/…/tp1_doc_climb.p…

Habituados à filosofia circense das competições, os atletas não se mostraram preocupados com a introdução destas regras. A medida mais polémica poderá ser o que se especula sobre o último e inacabado parágrafo, onde cada atleta poderá durante a competição pedir a introdução de uma regra criada por si mesmo.

A Babugem não quer alimentar polémicas e neste sentido quer destacar-se desta visão especuladora sem qualquer lógica. No entanto criamos a nossa própria, indo esta num sentido mais positivo onde cada atleta deverá ter a possibilidade de alterar a orientação das presas durante as suas tentativas.

A Babugem no sentido de reforçar o denso entulho contido neste artigo, também aproveitou as campanhas eleitorais para questionar os candidatos sobre o assunto. Uns referiam que este não merecia qualquer comentário, outros disseram que poderiam exercer o direito de veto se estiver com dúvidas, encontramos também quem referisse que já esteve em competições em países pobres onde se tinha de esperar muito tempo na zona de isolamento, e candidatos que prometeram o mesmo do costume, bem desta vez devido à crise, apenas prometeu um oitavo para cada escalador. Também falamos com o candidato do momento, este referiu que continua a haver muitos encadeamentos pouco claros, e que a novas regras vêm alimentar lóbis. Referiu que o facto das pastilhas serem Gorila vem favorecer algum King Kong. MC  24/01/11

NBabugem – Codex 678, Crises de Identidade -

A frase que se encontra abaixo deste parágrafo é um resumo do que se passa neste texto, afim de prevenir os Aristocratas da Escalada que visitam a página do Nortebouldering para não perderem mais tempo do que aquele dedicado à leitura da respectiva frase.

“Uma Crise e uma chuva… sem identidade”.

«Melhor, mistura tudo… Ai Jesus. Concluindo, apenas ligeira confusão.»

Já que está aí a crise e a chuva, e na verdade ambas até têm alguma semelhança. Ambas têm previsões, e ambas normalmente ocorrem com mais intensidade do que era previsto. Em ambas há sempre um esperto que aparece na televisão a fazer que percebe do assunto comentando umas imagens e gráficos que ninguém consegue perceber. Ambas trazem transtornos aos escaladores, mas no final quem se lixa são sempre os mesmos, os “Gajos do Norte”, que têm que trabalhar ainda mais e se quiserem escalar têm que rumar a sul para escalar nos extraprumos calcários. Se for essa a opção, não se esqueçam de pôr nos cereais do pequeno-almoço uma pastilha de Calgon para não deixarem o calcário acumular-se na resistência da vossa máquina.

Fica aqui um texto num estilo mais prosaico, retirado de um dos capítulos iniciais do Codex 678.

A sociedade secreta Escova d’Aço sabia de muita coisa sobre a vida de Jesus, embora desconhecesse a sua verdadeira missão. Já sabiam da possibilidade de Jesus ter nascido no Estado do Vaticorno, quando Aplás de Noronha veio radiante com essa notícia.

 Aplás de Noronha reparou que o pequeno sorriso do grão-mestre da sociedade secreta revelava pouco entusiasmo pela notícia e questionou-o «então não acha que fiz um grande descoberta? Toda a gente pensa que Jesus nasceu em Belém!». O grão-mestre respondeu apenas que já suspeitavam que a sua origem estivesse no Vaticorno. Aplás ficou indignado, «como é que me ocultaram esta informação?». O Grão-mestre após a questão realizada, num tom irritado, por Aplás de Noronha, fez uma longa pausa de um minuto, continuando no seu mesmo espírito intocável a limpeza do seu bloco. O som, abafado pelo musgo, da sua escova de aço era quase inaudível. De repente esse pseudo-silêncio foi rompido pela melodiosa voz salomónica do grão-mestre. Nos minutos que se seguiram, Aplás, apenas absorveu a sua ancestral sabedoria sobre os primeiros anos de vida de Jesus.

«Há dois mil anos, aqui numa cripta do Vaticorno nascia o menino Jesus, rodeado por seus pais, uma vaca barrosã e por um garrano (e não um burro, aqui o burro poderia estar presente mas de forma personificada, por acreditar na virgindade da sua mulher). A professia era cumprida. O nascimento de um messias, no ano zero, às zero horas. Logo não tardaram em aparecer os primeiros patrocinadores, o Borealtasar, Garrapar e Bealchior…» No final o grão-mestre perguntou «como é que chegou à conclusão de que ele nasceu no Vaticorno?» Aplás de forma atrapalhada retificou «bem, na verdade…eu não sei se ele nasceu no Vaticorno, mas podia com certeza ser português, embora também hajam relatos de o messias ser californiano.» o grão-mestre não queria acreditar nessa teoria californiana «o quê? Califoniano?» Aplás estava agora mais calmo e demonstrou na forma como expôs as suas teorias «encontrei 3 provas de que Jesus  poderia ser um messias californiano. Segundo a Babugem Sagrada o messias usava cabelo comprido, andava descalço e tinha vários dons.» E como se fizesse luz na sua cabeça o grão-mestre disse «então vem daí a palavra Cristo, o nome pelo qual hoje todos o conhecem, vem de uma adaptação do seu verdadeiro nome, Jesus Chris, “chama de Deus na Terra”.» Aplás concordou «é uma possibilidade, mas também pode ser português. Tenho 3 evidências que o trazem de volta a sua origem para o nosso país. Repare: Jesus nunca tinha dinheiro; passava o tempo a fazer milagres e por último o mais importante, lixou-se nas mãos do governo.» MC 7/01/11

NBabugem – Afinal o Mou é que sabe

O último vídeo da série/saga “Vaticorno”:

 ( JA 25/11/2010)

NBabugem – O Fim do Terceiro Grauch 

(MC e JA, 15/11/2010)

 A Génese

 “babugem n.f. 1 espuma produzida pela água que se agita ou que está poluída; 2 saliva viscosa que escorre da boca; 3 detritos que se encontram à superfície da água ou nas margens do rios; 4 [fig] coisa sem importância; bagatela (De Baba+ugem).

N + (babugem) = NBabugem

 A NBabugem resulta de uma fórmula matemática elaborada de forma empírica, e que consiste muito simplesmente, na soma do prefixo N ao eufemismo que é a palavra babugem elevado a infinito.

Sabemos quais serão as reacções quando lerem esta frase que apresenta a abertura deste espaço. “Lá estão mais uns atrasados com uma entrada à pastor”. Enganam-se redondamente, não é que não tenhamos o nosso “Q” de atrasados, e que as entradas à pastor não sejam entradas pouco salomónicas e muito saloias. Agradecemos por isso, a vossa forma carinhosa e generosa perante tal pensamento. O vosso engano não está aí, mas sim no facto de não terem levado a sério esta fórmula. Embora seja empírica, está assente em verdades concretas, pois vejamos: N de Norte junto com a palavra babugem; até aqui muito simples compreender esta natural e bombástica associação. Agora falta o porquê do infinito? Além de estar assente nas verdades concretas já expressas, esta fórmula está assente também em pilares sólidos, como a parvoíce e a estupidez, e como sabem, não têm limites.

A NBabugem irá tratar de temas ilusórios com um carácter real, induzidos sempre de uma forma geral pelo excesso de água na atmosfera e em particular pelo défice mental dos responsáveis.

A visualização destes documentos é da inteira responsabilidade dos responsáveis, vocês.

Qualquer semelhança com a realidade é mera estupidez e parvoíce da vossa parte.

 Qualquer semelhança com a fantasia é mero sinal que estão sobre o efeito de drogas.

 Qualquer semelhança com nada é… NBabugem.” MC 15/11/2010

Dimitri é que Sabe

 ( JA 22/10/2010)

O Codex 678

Com a abertura das portas do Vaticorno, vários problemas têm surgido e descobertas reveladoras têm sido desvendadas entre seus meandros. São de algumas dessas descobertas que trata o novo livro de José Ralufo dos Cantos, O Codex 678.

Com este livro, José Ralufo dos Cantos cria um romance à semelhança do estilo dos romances de Dan Boulder, mas à portuguesa (nada de missões quase impossíveis em menos de 24h). Este romance é baseado em factos verídicos que foram recentemente desvendados nos arquivos secretos do Vaticorno.

Com a morte misteriosa do professor Martinho Talhado, que estava a fazer um estudo sobre a vida de Jesus para sociedade secreta Escova d’Aço, na tentativa de por a descoberto a sua verdadeira história e as sua possível correlação com o Vaticorno. Aplás de Noronha, professor de História da Escalada e de Línguas Antigas, é contactado por esta sociedade secreta, para dar continuidade ao estudo do seu colega. No início, Aplás de Noronha revela algum cepticismo perante toda esta história, e mostra-se relutante em aceitar pegar no estudo do seu colega. A sociedade secreta dá-lhe um tempo para ele pensar melhor e também alguns documentos que o seu colega já teria reunido. Aplás descobre um documento identificado pelo seu colega como Codex 678, onde constava, mapas, desenhos, descrições e códigos referindo vários seis, muitos setes e infinitos oitos (678). À medida que vai desfolhando o documento, começa a aperceber-se que esse é um documento que se pensava nunca ter existido, a não ser em lendas e mitos. De forma entusiasmada Aplás faz a primeira descoberta, o documento que estava à sua frente eram as míticas Resenhas do Vaticorno. É desta forma que Aplás de Noronha vê-se de forma incrédula arrastado para todo este enredo sobre o Estado do Vaticorno e onde dos seus meandros irá descobrir dados reveladores que refutam todas as teorias acerca de uma das personalidades mais importantes de toda a história, Jesus Crux, desde a sua origem, da sua missão na terra e a sua morte.

O livro começa com uma fase retirada da Babugem Sagrada sobre o episódio do adultério em começos sentados e pedrofilia (abuso de blocos pequenos).

Capítulo I

Quando Maria Mantlêna estava preparada para dar um tiro num bloco com começo sentado, numa posição mais elevada e confortável, mas de forma adulterada e pecaminosa sobre dois crash pad, num bloco que consistia na realização de um pequeno dinâmico para a borda do mesmo, os discípulos começaram a lançar-lhe palavras de condenação e humilhação. Chegaram ao ponto de lhe querer tirar os crash pad em que estava sentada. Até que Jesus apareceu e disse, “quem nunca falhou que lhe tire a primeira pad”. Então Judas Escadote foi lá e tirou não só a primeira como a segunda, enquanto ela fazia o pequeno dinâmico para a borda do bloco. Perante uma primeira expressão de espanto de Jesus Crux, seguida por uma expressão de arrepio de dor do mesmo e dos restantes discípulos, ao verem Maria Mantlêna a falhar o dinâmico e a bater com o cóxis no bico de um pedra saliente que estava na base, Jesus finalizou com uma expressão de reprovação dizendo, “Judas, tu nunca falhaste?” e Judas respondeu “Com dois crash, não…” MC 14/10/2010

O Caso “Grau Protegido”

“David Grama decota Daniel Madeiras sem ter sequer provado o bloco!!!

Esta aberto o conflito entre os dois escaladores Norte-Americanos, a BABUGEM consegue o exclusivo com Madeiras que afirma :”Só me fazes isso uma vez!”

O primeiro episódio aceso entre os dois escaladores, aconteceu dias depois de Daniel Madeiras ter encadeado “O Jogo” cotado como V16, Grama é apanhado nas escutas do caso “Grau protegido”, em conversa com Nando Husqvarna (nome apropriado tal a maneira como desbastam no Madeiras) e que a BABUGEM teve acesso:

17/02
Nando liga a David.

Após longos minutos em que Husqvarna faz um inquérito a Grama sobre os passos de “História de dois mundos”-V15 encadeado pelo próprio e faz lembrar a casa partida do Monopólio, só lá passando se pode comprar casas, neste caso só encadeando se pode cotar blocos de V15

NH:Já viste, não é que o Madeiras cotou um bloco de V16, como é que é possível se ele ainda não encadeou o teu bloco?

DG:O puto tá maluco, eu vi o filme e não me pareceu, aliás ele só encadeou o bloco naquele dia porque passou um camião na estrada e fez corrente de ar.

NH:Só faltava agora acrescentar um começo com cotação abaixo de dois dígitos a um bloco de V14 e dizer que era V15..

DG: Era o FIM!!! segundo a minha fórmula de escalada quântica desenvolvida no MIT (Massachusetts Instituto de Tonizice) isso iria criar um buraco negro na escala de dificuldade de bloco. Toda a gente poderia fazer V15!! seria um caos!os patrocinadores iriam desaparecer! quem pagava as nossas viagens???

NH:Eu conheço um site da Suécia o “Almost anu” em que o pessoal coloca blocos que quase encadeou, pontuados de acordo com o grau , imagina que até existe um ranking e tudo!!! deve ser esse “nartun”(não conseguimos traduzir mas deve ser do tipo da “meia-de-leite” nas escutas do Pinto da Costa) Sueco que esta a provocar este caos..
O povo tá a trabalhar um bloco cai na saída, pensa que é muito duro e inflaciona o grau..

DG:Ou isso ou querem ter mais pontos e inflacionam o grau!!!

O resto da conversa resume-se a uma história ordinária do Husqvarna com duas gémeas Suecas

O episódio que fez transbordar o copo é o recente encadeamento, de um bloco por parte do Madeiras, que vários escaladores de “pol-position” tinham tentado mas nenhum conseguira encadear até ao momento, afinal era só juntar um V7 a um V14, mas o impensável aconteceu!!!Daniel Madeiras cota esse bloco de V15!!.
As reacções aparecem de todas as facções, David Grama, do outro lado do mundo decota imediatamente o bloco sem ter encadeado e pela internet e afirma que não poderá cometer tal blasfémia sem um dia repetir o seu bloco, afirmando ainda:”e o fim da escalada, vamo-nos é dedicar a pesca em que a albrabice faz parte da farra!!!, Nando Husqvarna por sua vez, ataca indiscriminadamente o “Almost anu” e reafirma que o “História de dois mundos” é o bloco de referencia para o grau de V15, a troco de um “flash” por parte de David “in local”.
Daniel Madeiras responde tambem num suberbo Inglês para miudos de 10 anos, mostrando-se desagradado com toda esta situação, e pelo que o meu filho conseguiu perceber Madeiras cotou pelo que sentiu, e não pela matemática.
Por fim remata com a frase:”Só me fazes isso uma vez!Ou deixo de cotar!””

Excerto da nova revista “BABUGEM MAGAZINE- O melhor entulho digital”. JA 06/03/2010

Uma resposta a NBabugem

  1. telmo diz:

    Boas tardes,

    Antes demais gostaria de pedir aos responsaveis para nao levarem a mal por fazer esta publicidade no forum, pois é apenas feito com intençao de difundir algo que penso bom para a comunidade de escalada em Portugal.

    Dito isto..

    Venho aqui convidar a todos os interessados, a fazer uma visita ao forum http://escalada.foruns.com.pt/, este forum é muito recente, e foi criado com o propósito de juntar toda info considerada util por todos num so sitio, e facilitar a obtençao de alguns conhecimentos importantes para os que se querem iniciar nestas modalidades, ao mm tempo um sitio aonde podem ser esclarecidos por pessoal mais experiente.

    Este é o 3º sitio q estou a difundir o forum, agradeço a todos que achem util um sitio destes, ajudem a dinfundi-lo,agradeço imenso.

    O forum esta nos seus primordios por isso nao estranhem nao ter muita informaçao ainda, ja tem alguma que eu tenho procurado e postado la..

    Um abraço, e obrigado a todos Smile

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