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	<title>Comentários em: Recordações da Época Passada</title>
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		<title>Por: João Graça</title>
		<link>http://nortebouldering.com/2010/01/19/recordacoes-da-epoca-passada-2/#comment-147</link>
		<dc:creator><![CDATA[João Graça]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 20:19:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma vez mais gostaria de dar os parabéns pelo site que, pouco a pouco, se vai tornando numa paragem obrigatória nestas deambulações 

Longe vão os tempos de escalada na Secil...

Uma vez, vimo-nos cercados por uns miúdos curiosos que nos iam perguntando para que é que serviam todos aqueles mosquetões coloridos com umas fitas agarradas. Sem que déssemos por isso íamos ficando sem dois expressos que já seguiam por dentro de uma camisa a caminho do Aleixo…

Tinha a sua piada ver o olhar perplexo dos transeuntes quando nos viam partilhar um pó branco com as mãos, colocando-o em seguida numas bolsas amarradas ao tronco. Malucos…

Era uma escola urbano/industrial/agrícola depressiva perdida entre silos de cimento e silos de pessoas. No entanto, tinha algo que faltava à sua vizinha da margem Sul (Serra do Pilar): verticalidade e altura. E isso era o suficiente para nos forçar a fazer 20km rumo ao Porto.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma vez mais gostaria de dar os parabéns pelo site que, pouco a pouco, se vai tornando numa paragem obrigatória nestas deambulações </p>
<p>Longe vão os tempos de escalada na Secil&#8230;</p>
<p>Uma vez, vimo-nos cercados por uns miúdos curiosos que nos iam perguntando para que é que serviam todos aqueles mosquetões coloridos com umas fitas agarradas. Sem que déssemos por isso íamos ficando sem dois expressos que já seguiam por dentro de uma camisa a caminho do Aleixo…</p>
<p>Tinha a sua piada ver o olhar perplexo dos transeuntes quando nos viam partilhar um pó branco com as mãos, colocando-o em seguida numas bolsas amarradas ao tronco. Malucos…</p>
<p>Era uma escola urbano/industrial/agrícola depressiva perdida entre silos de cimento e silos de pessoas. No entanto, tinha algo que faltava à sua vizinha da margem Sul (Serra do Pilar): verticalidade e altura. E isso era o suficiente para nos forçar a fazer 20km rumo ao Porto.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: nortebouldering</title>
		<link>http://nortebouldering.com/2010/01/19/recordacoes-da-epoca-passada-2/#comment-145</link>
		<dc:creator><![CDATA[nortebouldering]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 16:57:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nortebouldering.com/?p=486#comment-145</guid>
		<description><![CDATA[@FPereira. Bom ponto. Evidentemente na altura isso passou-nos ao lado, simplesmente queríamos escalar muito e bem. E, achamos piada ao nome.
Os espanhóis ainda têm outra expressão para um escalador muito bom, mais simpática e interessante que é “lolo” ou seja a abreviatura de Monolo o famosíssimo escalador Italiano Maurizio Zanolla ainda hoje um machaca com mais de 50 anos. É curioso que sempre entendi machaca dessa forma – simplesmente escalar bem - . 
Já a questão do “escalador que treina versus o que não treina”, é originária do início dos 80 ou fim dos 70 com o advento da escalada desportiva e os ensaios em top. Mas, naturalmente os ecos dessa divergência ainda hoje se repercutem.
Tendo atravessado todo o espectro das actividades ditas de “Montanha”, compreendo a desconfiança e horror que um escalador “clássico” , por exemplo, terá por um escalador que repete até à exaustão um movimento. Mas essa discussão ou dilema já não se coloca – felizmente – no campo ético e valorativo. Coloca-se numa questão de gosto pessoal, na medida em que as praticas foram assimiladas e misturadas e temos hoje escaladores “clássicos” que repetem à exaustão um movimento veja-se ocaso do Tommy Caldwell por exemplo. Mas obviamente que sou forçado a concordar que o termo “machaca” poderia ter essa conotação em Espanha.

@Psico. Obrigado. Aparece quando quiseres.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>@FPereira. Bom ponto. Evidentemente na altura isso passou-nos ao lado, simplesmente queríamos escalar muito e bem. E, achamos piada ao nome.<br />
Os espanhóis ainda têm outra expressão para um escalador muito bom, mais simpática e interessante que é “lolo” ou seja a abreviatura de Monolo o famosíssimo escalador Italiano Maurizio Zanolla ainda hoje um machaca com mais de 50 anos. É curioso que sempre entendi machaca dessa forma – simplesmente escalar bem &#8211; .<br />
Já a questão do “escalador que treina versus o que não treina”, é originária do início dos 80 ou fim dos 70 com o advento da escalada desportiva e os ensaios em top. Mas, naturalmente os ecos dessa divergência ainda hoje se repercutem.<br />
Tendo atravessado todo o espectro das actividades ditas de “Montanha”, compreendo a desconfiança e horror que um escalador “clássico” , por exemplo, terá por um escalador que repete até à exaustão um movimento. Mas essa discussão ou dilema já não se coloca – felizmente – no campo ético e valorativo. Coloca-se numa questão de gosto pessoal, na medida em que as praticas foram assimiladas e misturadas e temos hoje escaladores “clássicos” que repetem à exaustão um movimento veja-se ocaso do Tommy Caldwell por exemplo. Mas obviamente que sou forçado a concordar que o termo “machaca” poderia ter essa conotação em Espanha.</p>
<p>@Psico. Obrigado. Aparece quando quiseres.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: FPereira</title>
		<link>http://nortebouldering.com/2010/01/19/recordacoes-da-epoca-passada-2/#comment-144</link>
		<dc:creator><![CDATA[FPereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 23:36:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nortebouldering.com/?p=486#comment-144</guid>
		<description><![CDATA[Pelas percepções que vim reunindo, ser &quot;machaca&quot;, nesses tempos idos, já foi considerado como um propósito na escalada para uns e um despropósito nessa mesma vida de escalador para outros. Claro que o &quot;machaca&quot; dava um bom show para os seus pares e neofitos, como aliás vos impressionou, e, ao mesmo tempo que, para outros seria um &quot;tipo&quot; de conquista-pela-repetição algo duvidoso. 
De facto, o vocábulo existe no castelhano exactamente para caracterizar algo que é pertinaz e repetitivo. Possivelmente, mesmo o tal Marcel se  apercebia disso. 
Na minha percepção da altura em que me cruzei com o termo, ser &quot;machaca&quot; e simultaneamente ser um escalador de espírito  mais &quot;viajero&quot; exposto constantemente a diferentes desafios seria completamente concorrêncial. O viajero estaria quase condenado a fracassar em qualquer projecto mitrado dum machaca local e machaca sofria duras penas quando lhe mudavam o papel de cenário. No fundo são duas facetas que ainda hoje se preservam em muitos modelos de treino (o &quot;trabalho&quot; e o &quot;novo-estímulo).


Mas o que mais destaco neste post está logo nas primeiras linhas: é que, independentemente do valor ou dimensão do local que existia à beira-Douro, muita gente não sabe que a escalada não tido só crescido em número de locais. Também já houve recuos por vários motivos, seja sob as malhas de aço e do asfalto ou pior ainda, do esquecimento. Este post é um refresco.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pelas percepções que vim reunindo, ser &#8220;machaca&#8221;, nesses tempos idos, já foi considerado como um propósito na escalada para uns e um despropósito nessa mesma vida de escalador para outros. Claro que o &#8220;machaca&#8221; dava um bom show para os seus pares e neofitos, como aliás vos impressionou, e, ao mesmo tempo que, para outros seria um &#8220;tipo&#8221; de conquista-pela-repetição algo duvidoso.<br />
De facto, o vocábulo existe no castelhano exactamente para caracterizar algo que é pertinaz e repetitivo. Possivelmente, mesmo o tal Marcel se  apercebia disso.<br />
Na minha percepção da altura em que me cruzei com o termo, ser &#8220;machaca&#8221; e simultaneamente ser um escalador de espírito  mais &#8220;viajero&#8221; exposto constantemente a diferentes desafios seria completamente concorrêncial. O viajero estaria quase condenado a fracassar em qualquer projecto mitrado dum machaca local e machaca sofria duras penas quando lhe mudavam o papel de cenário. No fundo são duas facetas que ainda hoje se preservam em muitos modelos de treino (o &#8220;trabalho&#8221; e o &#8220;novo-estímulo).</p>
<p>Mas o que mais destaco neste post está logo nas primeiras linhas: é que, independentemente do valor ou dimensão do local que existia à beira-Douro, muita gente não sabe que a escalada não tido só crescido em número de locais. Também já houve recuos por vários motivos, seja sob as malhas de aço e do asfalto ou pior ainda, do esquecimento. Este post é um refresco.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Psico</title>
		<link>http://nortebouldering.com/2010/01/19/recordacoes-da-epoca-passada-2/#comment-142</link>
		<dc:creator><![CDATA[Psico]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 19:27:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nortebouldering.com/?p=486#comment-142</guid>
		<description><![CDATA[Realmente, tenho que concordar com o Nuno!

Desde o início que acompanho o vosso blogue e não posso deixar de vos dar os parabéns pela qualidade dos textos, das fotos e dos vídeos.

Graças ao nortebouldering, fiquei com muitas ganas de ir escalar aí ao Norte, onde não conhecia praticamente nada.

Como é que é, quando aparecer aí será que já existem &quot;guias nortebouldering&quot; para me levarem aos melhores spots?;)

Fica a sugestão!

Saudações Extraprumadas,

Tiago 
(Whyhesitate?)]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Realmente, tenho que concordar com o Nuno!</p>
<p>Desde o início que acompanho o vosso blogue e não posso deixar de vos dar os parabéns pela qualidade dos textos, das fotos e dos vídeos.</p>
<p>Graças ao nortebouldering, fiquei com muitas ganas de ir escalar aí ao Norte, onde não conhecia praticamente nada.</p>
<p>Como é que é, quando aparecer aí será que já existem &#8220;guias nortebouldering&#8221; para me levarem aos melhores spots?;)</p>
<p>Fica a sugestão!</p>
<p>Saudações Extraprumadas,</p>
<p>Tiago<br />
(Whyhesitate?)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Filipe Carvalho</title>
		<link>http://nortebouldering.com/2010/01/19/recordacoes-da-epoca-passada-2/#comment-141</link>
		<dc:creator><![CDATA[Filipe Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 16:12:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nortebouldering.com/?p=486#comment-141</guid>
		<description><![CDATA[O termo espanhol machaca é atribuído a uma pessoa que treina muito, que tem um objectivo e acaba por se tornar obcecado com esse mesmo, trabalhando ao máximo para o alcançar. Acho que é um bom termo e muito bem aplicado a esses 5 aventureiros que do nada foram criando alguma coisa.
O texto está simplesmente fantástico, parabens!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O termo espanhol machaca é atribuído a uma pessoa que treina muito, que tem um objectivo e acaba por se tornar obcecado com esse mesmo, trabalhando ao máximo para o alcançar. Acho que é um bom termo e muito bem aplicado a esses 5 aventureiros que do nada foram criando alguma coisa.<br />
O texto está simplesmente fantástico, parabens!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: nortebouldering</title>
		<link>http://nortebouldering.com/2010/01/19/recordacoes-da-epoca-passada-2/#comment-140</link>
		<dc:creator><![CDATA[nortebouldering]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 11:43:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nortebouldering.com/?p=486#comment-140</guid>
		<description><![CDATA[Bom, grande lenda colombiana. Infelizmente fomos enganados e não nos contaram essa história em Espanha, que seria de muito mais utilidade a uns pobres e inocentes mancebos.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, grande lenda colombiana. Infelizmente fomos enganados e não nos contaram essa história em Espanha, que seria de muito mais utilidade a uns pobres e inocentes mancebos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Nuno</title>
		<link>http://nortebouldering.com/2010/01/19/recordacoes-da-epoca-passada-2/#comment-139</link>
		<dc:creator><![CDATA[Nuno]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 10:44:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nortebouldering.com/?p=486#comment-139</guid>
		<description><![CDATA[Parabéns, este blog continua a manter uma qualidade e um periodicidade de posts muito boas! 
Deixo aqui a lenda colombiana da Machaca: (desculpem estar em espanhol mas o pessoal da escalada esta habituado)

En colombia existe ena leyenda que hizo carrera incluso en la curia, es llamada &quot;La Machaca&quot;. Todo empezó hace muchos años en un pequeño pueblo del Putumayo el cual celebraba las fiestas anuales, un par de periodistas que fueron enviados a cubrir la nota llegaron un día tarde a la dichosa celebración y no teniendo que decir a sus editores iniciaron un periplo por el pueblo tratando de descubrir algo que fuera interesante, la suerte les llevo a una pequeña exposición de artesanos los cuales exponían y vendían entre muchas cosas mochilas, vasijas, collares, en fin... entre aquellas cosas los periodistas encontraron un insecto que nunca habian visto antes, y preguntaron ¿qué era eso?; el vendedor no se sabe de donde o porque, les dijo que se llamaba La Machaca (Fulgora lanternaria) y que era un bicho muy peligroso, porque su picadura era mortal. 

La única forma de evitar morir era hacer el amor dentro de las 12 horas siguientes a la picadura. La historia la contaron por el periódico e inmediatamente se desato una epidemia de picaduras de machaca, tan así, que se reporto el caso de unas monjas que prefirieron morir antes que acudir al tratamiento. 

Esto fue hace cerca de cincuenta años y aun se habla hoy en dia de accidentes por machaca aunque con un toque de malicia y buen humor, en ciertos círculos de la sociedad colombiana. vale la pena aclarar que los fulgóridos en general son insectos totalmente inofensivos y que a pesar de las aclaraciones del caso, hechas por parte de los expertos en la materia, muchos colombianos deben su boda a este historia.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns, este blog continua a manter uma qualidade e um periodicidade de posts muito boas!<br />
Deixo aqui a lenda colombiana da Machaca: (desculpem estar em espanhol mas o pessoal da escalada esta habituado)</p>
<p>En colombia existe ena leyenda que hizo carrera incluso en la curia, es llamada &#8220;La Machaca&#8221;. Todo empezó hace muchos años en un pequeño pueblo del Putumayo el cual celebraba las fiestas anuales, un par de periodistas que fueron enviados a cubrir la nota llegaron un día tarde a la dichosa celebración y no teniendo que decir a sus editores iniciaron un periplo por el pueblo tratando de descubrir algo que fuera interesante, la suerte les llevo a una pequeña exposición de artesanos los cuales exponían y vendían entre muchas cosas mochilas, vasijas, collares, en fin&#8230; entre aquellas cosas los periodistas encontraron un insecto que nunca habian visto antes, y preguntaron ¿qué era eso?; el vendedor no se sabe de donde o porque, les dijo que se llamaba La Machaca (Fulgora lanternaria) y que era un bicho muy peligroso, porque su picadura era mortal. </p>
<p>La única forma de evitar morir era hacer el amor dentro de las 12 horas siguientes a la picadura. La historia la contaron por el periódico e inmediatamente se desato una epidemia de picaduras de machaca, tan así, que se reporto el caso de unas monjas que prefirieron morir antes que acudir al tratamiento. </p>
<p>Esto fue hace cerca de cincuenta años y aun se habla hoy en dia de accidentes por machaca aunque con un toque de malicia y buen humor, en ciertos círculos de la sociedad colombiana. vale la pena aclarar que los fulgóridos en general son insectos totalmente inofensivos y que a pesar de las aclaraciones del caso, hechas por parte de los expertos en la materia, muchos colombianos deben su boda a este historia.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Pedro Rodrigues</title>
		<link>http://nortebouldering.com/2010/01/19/recordacoes-da-epoca-passada-2/#comment-138</link>
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 10:09:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nortebouldering.com/?p=486#comment-138</guid>
		<description><![CDATA[Está reavivado o culto... bom texto.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Está reavivado o culto&#8230; bom texto.</p>
]]></content:encoded>
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